terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ta Desistindo companheiro?


Diogo Mainardi escreveu em sua coluna ate entao semanal na veja que pretende começar a escrever quinzenalmente, isso me faz refletir pois ja incorporei as palavras dele a minha vida acredito que ele possa estar cansado de falar para um monte de analfabetos e nao ter o mesmo exito que nosso analfabeto mor, nosso presidente da republica dos analfabetos, mas Diogo esse sujeito consegue fazer o povo ouvi-lo atraves das bolsas familias,escolas,gas,leite,farinha etc...
O povo agora bebe mais sim muito mais e so passar em qualquer favela e voce pode presenciar os jovens e adultos se acotovelando nos balcoes do buteco do Ze Raimundo da vida outro que veio da terrinha, agora podemos comer sim claro podemos "I can" podemos comer terra pela raiz.
Bem tambem pensei em uma segunda hipotese pois o Lula Molusco tem a pratica de comprar todos seu desafetos foi assim com o picareta do Roberto Mangabeira Unger que graças a Deus talvez constrangido de ter se vendido para o quadrilheiro voltou a dar aulas em Havard e assim temos que arcar com as despesas de mais um ministerio agora ocupado por Daniel Barcelos Vargas, que foi tambem sucedido por Samuel Pinheiro Guimaraes Neto, que por sinal a vocaçao deste diplomata e suceder os outros ja havia sucedido Osmar Vladimir Chohfi entao secretario geral das Relaçoes Exteriores do Ministerio das Relaçoes Exteriores, e agora ele ocupa o Ministerio inventado para agradar Mangabeira Unger o MInisterio de Assuntos Estrategicos da Presidencia da Republica, ah nao podemos de acrecentar que ele ja recebeu o trofeu Juca Pato em 2006 foi eleito o intelectual do Ano isso mostra mais uma vez que em terra de cegos quem tem um olho e Rei.
Bom mas voltando ao nosso assunto anterior nao quero e nao vou mais pensar que Diogo tenha se vendido pois acredito que o presidente do supremo tenha se rendido aos encantos da propina mas nao admito essa hipotese de meu amigo Diogo Mainardi estar pedindo baixa desta guerra pois mataremos menos analfabetos mas continuaremos na Luta Companheiro...

"Lula o Filho da Puta"


Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás – os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos –, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.

Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” – só que num cenário mais indigente e embolorado.

Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?

Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.

Luiz Carlos Barreto, homenageado no Senado por Roseana Sarney, que o chamou de “grandalhão dócil e amável do cinema brasileiro”, agora planeja filmar o romance Saraminda, de José Sarney. É dessa maneira que Lula passará para a história: como uma mera anuidade no intervalo entre o José Sarney de 1966 e o José Sarney de 2010.

Por Diogo Mainardi